Goiana de 38 anos, morando em Milão na Itália, sou filha de pai desenhista e mãe bordadeira, sou cristã, esposa, mãe de dois meninos lindos, DESIGNER DE MODA por formação e BORDADEIRA por paixão desde os 7 anos de idade.
Sou de uma geração de mulheres bordadeiras.
Minha avó Iracy, que era mais conhecida como Dona FIA, foi quem começou esse legado na nossa família. Ela sempre gostou de trabalhos manuais e dava aulas de bordados para as sobrinhas e vizinhas de fazenda, naquela época as mulheres aprendiam a bordar e fazer crochê com o intuito de bordarem seus enxovais. E foi assim que minha mãe Doris-Dei aprendeu a bordar. Quando criança minha avó Fia dava um paninho e uma linha pra ela brincar enquanto ela ensinava as suas amigas a bordar, e foi vendo minha avó ensinar que ela aprendeu.
O mesmo aconteceu comigo! Quando eu tinha apenas 7 anos, minha mãe começou a dar aulas de bordado na garagem da nossa casa, pois seu ateliê era muito pequeno, ela sempre amou ensinar essa arte, e também era uma forma de aumentar a renda. Do mesmo modo como a minha avó fez, minha mãe fez comigo. Me dava um pedaço de pano e uma linha com agulha pra eu brincar enquanto ela estava ali concentrada em suas alunas, e assim, vendo ela ensinar eu aprendi e começei a ajudar ela em suas aulas.
Minha avó Iracy, que era mais conhecida como Dona FIA, foi quem começou esse legado na nossa família. Ela sempre gostou de trabalhos manuais e dava aulas de bordados para as sobrinhas e vizinhas de fazenda, naquela época as mulheres aprendiam a bordar e fazer crochê com o intuito de bordarem seus enxovais. E foi assim que minha mãe Doris-Dei aprendeu a bordar. Quando criança minha avó Fia dava um paninho e uma linha pra ela brincar enquanto ela ensinava as suas amigas a bordar, e foi vendo minha avó ensinar que ela aprendeu.
O mesmo aconteceu comigo! Quando eu tinha apenas 7 anos, minha mãe começou a dar aulas de bordado na garagem da nossa casa, pois seu ateliê era muito pequeno, ela sempre amou ensinar essa arte, e também era uma forma de aumentar a renda. Do mesmo modo como a minha avó fez, minha mãe fez comigo. Me dava um pedaço de pano e uma linha com agulha pra eu brincar enquanto ela estava ali concentrada em suas alunas, e assim, vendo ela ensinar eu aprendi e começei a ajudar ela em suas aulas.
VEM BORDAR COM A FIA!
Lá em Goiás nas cidades do interior as pessoas mais velhas costumam conhecer os mais novos pelo nome dos pais, ou seja, se você chegar na casa de um senhor de idade ele vai primeiro te perguntar de quem voce é filho:
Cê é fi de quem?
Foi daí que tirei a frase de cima!
e pra mim faz todo sentido,
afinal eu sou fia da Doris que é fia da FIA!
Cê é fi de quem?
Foi daí que tirei a frase de cima!
e pra mim faz todo sentido,
afinal eu sou fia da Doris que é fia da FIA!
Essa é uma forma de homenagear essas mulheres incríveis e que eu amo tanto!





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